Operação integrada
SIEM, MDR, inteligência, vulnerabilidades e controles trabalham dentro do mesmo modelo operacional.
Centro de Operações de Segurança estruturado para coordenar monitoramento, investigação, resposta, engenharia e governança em uma visão operacional única.
Passagem às 19:00
Acesso privilegiado fora do padrão
ALTOL2Comunicação com infraestrutura suspeita
CRÍTICOIRAlteração em política de identidade
MÉDIOL1Ferramentas isoladas, filas sem prioridade e responsabilidades difusas aumentam o tempo de resposta mesmo quando a empresa já investiu em tecnologia.
O Cyberbox SOC define como sinais entram, quem decide, quando escalar, como responder e o que precisa melhorar depois de cada caso.
O objetivo não é apenas observar o ambiente. É manter uma operação capaz de decidir, coordenar e evoluir.
SIEM, MDR, inteligência, vulnerabilidades e controles trabalham dentro do mesmo modelo operacional.
Papéis, severidades, escalonamentos e critérios de decisão reduzem dúvida durante um incidente.
Alertas relevantes evoluem para investigações com evidências, responsáveis, ações e encerramento documentado.
Indicadores, revisões e backlog de melhoria conectam a rotina operacional ao risco do negócio.
Monitoramento, inteligência, exposição, resposta e governança trabalham dentro do mesmo ciclo.
Sinais prioritários qualificados por severidade, criticidade do ativo e exposição conhecida.
Casos com linha do tempo, evidências e responsáveis; escalonamento coordenado até o encerramento.
Regras, correlações e hipóteses proativas evoluem com threat intelligence e o comportamento do ambiente.
Escopo, serviços, papéis, severidades, horários, SLAs e ferramentas são formalizados.
Fontes, alertas, inteligência, canais e processos entram no modelo operacional.
A fila é acompanhada com prioridade, contexto e visibilidade sobre a saúde da operação.
Analistas validam o sinal, determinam escopo e registram as evidências relevantes.
Times técnicos, liderança e resposta atuam conforme playbooks e matriz de responsabilidade.
Lições, métricas e lacunas alimentam o backlog de evolução da operação.
A Cyberbox opera em conjunto com o time interno, compartilhando responsabilidades e conhecimento.
Processos, equipe e governança são estruturados para as necessidades específicas da organização.
Funções são distribuídas entre Cyberbox, cliente e parceiros conforme tecnologia, horário e especialidade.
Serviços, horários, papéis, fluxos, dependências e critérios de qualidade do SOC.
Responsáveis por triagem, investigação, decisão, comunicação, contenção e recuperação.
Detecções, fontes necessárias, cobertura, prioridade e procedimento associado.
Passos de análise, escalonamento e resposta para os cenários prioritários.
Indicadores operacionais, executivos, tendências, riscos e decisões do período.
Backlog priorizado para processos, pessoas, tecnologia, cobertura e eficiência.
Mapeie a operação atual, defina responsabilidades e construa o próximo estágio do seu SOC com a Cyberbox.
Planejar Cyberbox SOCConte um pouco sobre o seu ambiente. A equipe Cyberbox entra em contato para entender o cenário e indicar um caminho de validação.